Club Setubalense


 

 

Porto de Setúbal - Dr. Vítor Caldeirinha - Síntese -A apresentação versará o papel do porto de Setúbal na história da cidade e da Região e no seu desenvolvimento nos últimos anos, finalizando com a situação actual, os desafios e o papel potencial futuro do porto de Setúbal como o grande porto da Região de Lisboa

 

 VÍTOR MANUEL DOS RAMOS CALDEIRINHA- 

Licenciatura em Economia, 1987/92, na área de Política Económica e Planeamento no Instituto Superior de Economia e Gestão da Universidade Técnica de Lisboa.

 Pós-Graduação em Gestão do Transporte Marítimo e Gestão Portuária, 1996/1997, ISEG, UTL, Lisboa.

 1994 a 1997 - Técnico Superior na ADMINISTRAÇÃO DOS PORTOS DE SETÚBAL E SESIMBRA, na área funcional de estudos económicos, análise económica de investimentos e planeamento.

 1998 a 2000 - Chefe da Divisão de Planeamento e Desenvolvimento na ADMINISTRAÇÃO DOS PORTOS DE SETÚBAL E SESIMBRA.

 2001 a 2002 – Director Comercial e Desenvolvimento na ADMINISTRAÇÃO DOS PORTOS DE SETÚBAL E SESIMBRA.

 2003 a 2004 – Director Comercial na ADMINISTRAÇÃO DO PORTO DE LISBOA.

 Desde Fev. 2005 –Director de Desenvolvimento Estratégico e Logístico na ADMINISTRAÇÃO DOS PORTOS DE SETÚBAL E SESIMBRA.

 Desde 1999 – Professor da cadeira de Marketing Portuário, na Pós-graduação sobre Gestão Portuária, no Instituto Superior de Economia e Gestão, em Lisboa.

 Autor de diversos estudos económicos no sector portuário português e de múltiplos artigos técnicos no âmbito do sector portuário.


“Fixação de empresas industriais – pressupostos de natureza ambiental” -João Gonçalves -  

A questão da fixação de empresas, no caso específico de empresas industriais, é analisada na perspectiva da existência de um conjunto de pressupostos de natureza ambiental que podem enformar ou apenas condicionar os seus projectos de desenvolvimento, bem assim as  respectivas actividades operacionais.

A abordagem deste tema procurará ser feita com enfoque nas condições particulares da região de Setúbal e, muito em especial, do estuário do Sado.

Nesse sentido serão distintas as questões que se colocam à “fixação”, entendida como solução de continuidade da laboração de unidades existentes e as que se apresentam à ”fixação”, num outro conceito que deve ser lido como associado à ocorrência de novas oportunidades de negócio e à respectiva viabilização.

A avaliação de impactes, o licenciamento ambiental, a prevenção e controlo integrados da poluição, a poluição sonora, a avaliação de riscos e a responsabilidade ambiental, as emissões de gases para a atmosfera, a qualidade do ar, a eco - gestão e auditoria e a importância de uma integração sectorial indústria - ambiente na resolução de questões de natureza global como o combate às alterações climáticas, constituem alguns dos pressupostos que se procurarão desenvolver.

 JG/-2005-04-25

 

JJOÃO António Nobre GONÇALVES, 59 anos, casado, com 3 filhos, tem a licenciatura em Engenharia Químico-Industrial pelo IST–Instituto Superior Técnico, obtida em 1969.

Presidente do Instituto de Ambiente do MAOTDR - Ministério do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional, em regime de comissão de serviço, desde Janeiro de 2002, renovada em Julho de 2003.

Director-Geral do Ambiente, do ex-MAOT- Ministério do Ambiente e do Ordenamento do Território, em regime de comissão de serviço, de Setembro de 2000 a Janeiro de 2002.

Vice-Presidente e membro do Bureau da AEA - Agência Europeia de Ambiente, é também representante português na rede das Agências nacionais de Ambiente, coordenada pela AEA e no EPRG – “Environmental Performance Review Group” (grupo dos directores-gerais de ambiente) da Comissão Europeia.

A nível internacional, cabe destacar a participação, desde 2000, nas sucessivas Conferências anuais da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas, como chefe de delegação portuguesa no segmento não ministerial.

A nível nacional e no exercício das suas competências, tem apoiado ou dirigido, por delegação, a acção do MAOTDR no estudo, definição, concretização e operacionalização das estratégias e dos programas associadas a um conjunto de temas determinantes das políticas ambientais.

A qualidade do ar, a prevenção e controlo da poluição, o ruído, a segurança, riscos e emergências ambientais, a avaliação de impactes, a gestão e auditoria ambiental, a organização de bases de dados e a produção de relatórios, a utilização de indicadores e de instrumentos na área do ambiente e sustentabilidade, a integração sectorial do ambiente e questões de natureza global como o combate às alterações climáticas, constituem alguns daqueles temas.

No âmbito do Instituto do Ambiente e, anteriormente da Direcção-Geral do Ambiente, tem também dirigido o Laboratório de Referência do Ambiente, parte integrante da sua estrutura organizativa.

O seu lugar de origem é o de quadro superior da EDP – Energias de Portugal, S.A., empresa onde desempenhou diversos cargos de responsabilidade ao longo de cerca de 30 anos de carreira, o mais recente dos quais, exercido entre 1994 e 2000, foi o de director da holding daquele grupo empresarial e responsável pelo seu Gabinete de Ambiente.

Anteriormente e ainda na EDP, exerceu vários outros cargos de responsabilidade, de que se pode destacar, entre 1985 e 1994, o de chefe do departamento de sítios e ambiente, integrado na Direcção Operacional de Equipamento Térmico, da qual foi subdirector.

No período 1969-1975 foi técnico superior da Direcção-Geral de Combustíveis e Reactores Nucleares, tendo dado uma colaboração temporária (1975) ao Gabinete de Estudos Básicos de Economia Industrial. Nesse mesmo ano foi ainda assessor no Gabinete do Secretário de Estado de Energia e Minas do VI Governo Provisório.

 

JG/-2005-03-30

 


RUI MANUEL DE CARVALHO GODINHO  56 anos. Casado. Dois filhos.

 Engenheiro Químico (IST) e Sanitarista (UNL).

 Especialista em Engenharia Sanitária (Ordem dos Engenheiros).

 Membro dos Colégios de Engenharia Química e de Engenharia do Ambiente da Ordem dos Engenheiros.

 Administrador da Valorsul, SA – Valorização e Tratamento de Resíduos Sólidos da Área Metropolitana de Lisboa (Norte), SA.

  Administrador do ICAT – Instituto para a Ciência Aplicada e Tecnologia.

 Professor Convidado da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa – Licenciaturas em Engenharia do Ambiente e Engenharia Sanitária, Mestrados em Engenharia Sanitária, Ordenamento do Território e Políticas Ambientais e Gestão e Administração Regional e Local.

 Professor de Tecnologias de Tratamento e Valorização de Resíduos do Mestrado  em Gestão de Sistemas Ambientais do ISCTE -  Instituto Superior de Ciências do Trabalho e Empresa (Lisboa).

 Professor Convidado do Curso de Especialização em Ciências e Tecnologias do Ambiente da Faculdade de Ciências da Universidade  de Lisboa (Abastecimento de Água, Águas Residuais e Resíduos Sólidos).

 Consultor de Engenharia Sanitária  e Ambiental, Gestão de Sistemas Ambientais, Planeamento Estratégico e Desenvolvimento Sustentável (Agenda Local 21), Planeamento e Gestão Regional e Local, com especial incidência em Sistemas de Resíduos Sólidos, Águas de Abastecimento, Saneamento de Águas Residuais, Planos Estratégicos de Desenvolvimento, Planos Directores Municipais e Regionais.

 Consultor do INA – Instituto Nacional de Administração de Portugal – para projectos de União Europeia.

   Membro do CNADS -  Conselho Nacional do Ambiente e Desenvolvimento Sustentável - Órgão  Consultivo do Governo Português para o Ambiente e Desenvolvimento.

 Deputado à Assembleia da República de Portugal (1989).

 Vice – Presidente da Câmara Municipal de Lisboa (1989/2000), responsável pelas áreas do Ambiente, Resíduos Sólidos, Saneamento e Águas Residuais, Reabilitação Urbana das Áreas Históricas e Ambiente Urbano, Agenda Local 21, e tutela das Empresas Municipais e Multimunicipais das áreas do Ambiente.

 Presidente do Comité de Ambiente das Eurocidades (1995 – 1998).

   Presidente (Chairman) da Segunda Conferência Europeia das Cidades e Vilas Sustentáveis (Carta de Aalborg e Pano de Acção de Lisboa) – Lisboa, Outubro de 1996.

      Membro do Comité Executivo Mundial do ICLEI – International Council for Local Environmental Iniciatives -  e do Comité de Implementação da Agenda Local 21 e da Water Campain (1995 – 2000).

     Vice -  Presidente  do ACOPS -  Advisory Commitee on Protection of the Sea


 Demétrio Carlos Alves - Data de Nascimento: 05 de Maio de 1950

 Natural de Lisboa  Habilitações Literárias

 a)      Licenciatura em Engenharia Química pelo IST, com dezasseis valores (1978).

b)      Mestrado em Política, Economia e Planeamento da Energia no ISEG, parte escolar, com dezassete valores (1989).

Actividade Profissional e Política

a)      Actualmente desempenho funções de Director executivo do Polis de Setúbal e coordenador do Planeamento estratégico, tendo vindo de desempenhar funções de Administrador Executivo na Valorsul (até Janeiro de 2003) e de Administrador Delegado da Internel / EDP Internacional (Junho de 2000 a Agosto de 2002). Voltou à EDP em Julho de 1999 depois de ter deixado as funções autárquicas que desempenhou como eleito desde Janeiro de 1990.

b)      Presidente da Câmara Municipal de Loures durante cerca de dez anos ( 1990 a Julho de 1999)

Por inerência ou correlação com estas funções desempenhou os seguintes cargos:

 

b1) Presidente da Assembleia Geral do MARL- Mercado Abastecedor de Lisboa durante três anos;

b2) Presidente da Assembleia Intermunicipal da AMEGA- Associação de Municípios para o estudo e gestão da água;

b3) Comissário da EXPO 98 durante cinco anos;

b4) Presidente do CA da AMASCULTURA durante três anos;

b5) Membro do Conselho Directivo da ANMP- Associação Nacional de Municípios durante três anos;

b6)Membro do Conselho Económico Social

b7) Membro do IPAMB;

b8) Vogal da Junta Metropolitana de Lisboa;

b9) Membro do Conselho Consultivo da Direcção Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano;

b10) Membro do Conselho da Região CCRLVT.

 

c)      Professor no Colégio Pina Manique e na Escola Secundária Alfredo da Silva( 1973,1974, 1975);

d)      Vogal da Comissão de Fiscalização da EDP eleito pelos trabalhadores, durante cinco anos;

e)      Oficial de Transmissões no Exército Português durante três anos;

f)        Funções Técnicas e de Chefia na Robiallac, na Nestlé e na EDP, em cujo quadro se encontra desde 1975.

 

 

     Aspectos Diversos

 

a)      Agraciado com o Grau de Grande Oficial da Ordem do Infante D. Henrique desde 1999;

b)      Membro da Comissão de Reestruturação da Casa Pia de Lisboa;

c)      Autor de diversos textos e artigos de opinião técnico-políticos, e de um livro sobre a energética portuguesa.

d)      Desempenhou várias funções dirigentes em órgãos sindicais e associativos.

e)      Pai de três filhos e, presentemente, divorciado.

 

 Estoril, 08 de Abril de 2003


Nuno José da Fonseca David, nasceu no Leste de Angola, em Novembro de 1949.

Estudou Agricultura e Florestas em Angola na Escola de Ciências Agrárias do Tshivinguiro. ( Terra de Vento ).

Andou nas lides militares entre 1970 e 1973 numa guerra de triste memória.

Em 1974 rumou para o Brasil, onde viveu cerca de 2 anos.

Resolveu um dia vir para Portugal e para Setúbal onde por feliz coincidência tinha familiares, recentemente chegados de África.

É esta a cidade que com enorme prazer vive há 28 anos, e onde já nasceram os seus dois filhos.

 

Em Angola ingressou no Ministério da Educação, como professor na Escola Agrícola da Matala.

Em 1977 no Parque Natural da Arrábida, na altura recentemente criado, entrou para os seus quadros técnicos, onde permanece.

A sua formação agro florestal incidiu sobretudo sobre as culturas tropicais, tendo adquirido o conhecimento da realidade agrícola e florestal portuguesa, graças ao esforço despendido ao longo de alguns anos, em colaboração com instituições do Ministério da Agricultura. 

 

É técnico Especialista Principal do Quadro do Instituto da Conservação da Natureza.

Foi responsável durante vários anos pelos Sectores de Educação Ambiental, Apicultura e Fogos Florestais, e foi membro da Comissão Directiva do Parque Natural da Arrábida entre 1999 e 2001.

É Perito Avaliador da Lista Oficial do Tribunal da Relação de Évora – Ministério da Justiça, há 23 anos.

 

Os livros, as caminhadas, a música e a pintura, são os seus  “hobies”, mas é sobretudo na pintura que tem dedicado mais tempo “do tempo que ainda lhe sobra da sua vida”,... actividade a que dá  um carácter profissional, provocando-lhe desafios constantes e grandes desassossegos.

 

E é tudo !...

 

Aí vai o resumo da minha comunicação

 Sinops sobre a Comunicação  - Parque Natural da Arrábida e Reserva Natural do Estuário do Sado

O porque da sua existência.

Áreas Protegidas!!!!   ou  em vias de estarem desprotegidas???

Que futuro para tão importante território português de referência Internacional!

Será que “circulamos pelos caminhos certos” do desenvolvimento sustentável... o que nos espera... e o que vamos legar ao vindouros?

Os estudos ao serviço da Conservação da Natureza...

Conceitos, ideias e comportamentos.

Contributos para uma salutar discusão. 

 

Nuno David